Morena casada do Badoo que eu peguei

Dênia é uma mulher morena clara, casada e paraense de 35 anos que conheci num site de relacionamentos, Badoo, e que somente queria conversar, pelo menos é o que ela disse nos primeiros contatos. Conversamos por uns 20 dias, em quase todos eles, e logo no começo me pediu que passasse para ela meu número de Whatsapp e não exitei em passar, para que ela não tivesse dúvidas de que era eu mesmo que estava teclando.

Com o passar dos dias, as conversas começaram a ficar mais quentes e esta morena deixou claro que não era somente bate-papo que ela queria, e sim, algo mais picante. Para que eu tivesse certeza disso, numa tarde ela me disse que estava cansada pelo calor que estava lá fora, e que estava teclando comigo como veio ao mundo, e como resolvi duvidar para provocá-la, me mandou pelo Skype uma foto em que aparecia seus seios soltos bem bicudinhos, mamilos escuros, e a barriguinha bem sequinha, deitada sobre a cama de casal. Elogiei, e procurei provocá-la mais ainda, dizendo que quem me garantiria que era ela mesmo, afinal, é muito fácil encontrar fotos de mulheres nuas na internet, e ela não perdeu tempo, e mandou outra deitada de bruços, apenas de calcinha, olhando para a câmera do celular. Bem, agradeci a foto, e resolvi confessar que agora sim eu começava a ter certeza de que era ela, pois, era a foto da mesma pessoa que estava no perfil do Badoo.

Ela gargalhou muito, dizendo que ela também poderia ter pego a mesma foto na internet, tanto a do perfil como a que estava deitada seminua em cima da cama, e poderia estar me enganando. Concordei, porém, perguntei se ela também tinha feito um perfil falso no Facebook, porque eu tinha achado um perfil em que ela estava numa foto sorridente ao lado do marido, e depois disso, ela perdeu o rebolado perguntando como é que eu tinha encontrado? Desta vez foi minha vez de sorrir, e mandar a foto que eu tinha visto em seu perfil… ela começou a ter certeza que eu não era tão amador assim, muito pelo contrário. Nos dias seguintes ela foi ficando mais soltinha nas conversas e também nas fotos que começaram a ser diárias. Descobri que morava mais perto do que eu pensava, e que seu marido trabalhava com minha mulher.

Ela marcou um horário no meio de uma tarde para nos encontrarmos para se conhecer, e eu pedi para que fosse logo após o almoço, porque se houvesse química, teríamos tempo de irmos para um motel. Ela sorriu, dizendo que não iria para um motel no primeiro encontro, mas, aceitou antecipar o horário para as 14hs de uma quarta-feira, já que era o dia que seu marido chegava mais tarde por conta de uma aula. Concordamos sobre o horário, e que deveria ser algum local mais reservado, e que segundo ela poderia ser um motel, um quarto simples mesmo estaria bom para uma simples conversa.

No dia marcado, fui buscá-la próximo a um supermercado no bairro em que morava, e de lá fui andando em direção a um motel, e ela disse que havia um mais próximo, em que ia antigamente com seu marido, e resolvi aceitar sua indicação. No caminho, fui descendo minha mão por sua perna macia, que aparecia sob o vestido solto num tecido leve.

Logo após entrarmos no quarto, bem organizado e ornamentado, tirei a camisa e fui dar-lhe um abraço, e ela me empurrou perguntando o motivo de eu ter tirado minha camisa para conversar, e respondi que era para que não ficasse seu perfume mais forte em minha roupa, sorrímos e ela aceitou meu abraço, e procurando fugir de leve, aceitando um beijo na sequência… e mais outro, e outro e um mais longo com toques mais ousados de ambos. Desci meus lábios em direção de seu pescoço e ela passou a me agarrar, ao invés de se afastar em alguns momentos. Com uma das mãos em seu bumbum, ela já não oferecia resistência alguma, e ao invés disso, somente me apertava mais e mais. Com a mão esquerda que alisava seu seio, levei para trás e passei a soltar seu vestido deixando seu corpinho mais solto, e para retirá-lo, virei ela de costas para mim, soltei as laterais sobre seus braços, e mordiscando sua nuca, comecei a acariciar seu seio ainda sob o sutiã, e sua bucetinha também vestida numa minúscula calcinha. Ela sussurou para que eu não deixasse marcas para evitar problemas com seu marido mais tarde, embora pretendesse fugir dele naquela noite, como já tinha feito na noite anterior para se encontrar comigo.

Como sua bucetinha estava muito melada, pedi para retirar sua calcinha e ficando sua bucetinha mais solta pra respirar, me chamou de safado, e pediu que eu esperasse mais um pouco, que estávamos sendo muito rápidos, e ela não tinha certeza se queria transar comigo. Mordisquei mais forte sua nuca, a chamei de minha putinha safada, e ela pediu para ir até a cama. Sentou-se na lateral, e começou a retirar minha calça, soltando o cinto e abrindo o zíper. Após eu retirar meu sapato e meia, ela terminou de remover minha calça e eu estando somente de cuecas, passou a mordiscar meu pau sob a cueca, e abaixando um pouco perto do elástico, deu algumas lambidas na cabecinha dele, dizendo que ele estava delicioso, sorri, e disse que ele estava assim inteirinho pra ela.

Deitamos, e ela veio por cima de mim, beijando e pedindo os carinhos que ela dizia que faltava em seu marido, e passei a dar-lhe o que havia pedido já em nossos bate-papos, e a cada carinho, mais soltinha ela ficava. Num determinado momento em que comecei a baixar sua tanga, aproveitei para acariciar seu bumbum com mais força e massagear seu rabinho e após alguns gemidos, ela me disse que não gostava e pediu que eu parasse. Aceitei a primeira recusa, e tratei de retirar toda a sua roupa, ou o que havia sobrado dela. Em seguida pedi que retirasse minha cueca, e após resmungar um pouco fazendo gracinhas que esta era minha função, retirou e deu algumas lambidinhas. Passei a ficar por cima dela e massageando sua bucetinha toda molhada, mamei seus seios que tinham bicos escuros e grossos. Elogiei isso, e continuei mamando. Mesmo tendo algumas estrias que queria disfarçar com a luz quase apagada, ressaltei que isso não tinha importância para mim, e que eles eram deliciosos. Ela disse que haviam ficado com estrias desde que seu filho de 21 anos tinha nascido, estranhei, e ela confirmou que seu primeiro filho nasceu quando ela tinha 14 anos, e só depois de mais 5 anos começou a ter os outros 03. Elogiei sua fome de pica, ela ria, e disse que gostava um pouco, sim, e por isso estava querendo variar.

Enquanto continuava fazendo carinhos em sua bucetinha, de vez em quando algum dedo meu escorregava sem querer na direção de seu cuzinho, e após alguns gemidos, me pedia para retirar o dedo de lá, eu sorria, dizia que era sem querer, e continuava a acariciá-la. Não exitei também em começar a mordiscar sua nuca, e ela demonstrou gostar muito disso, apenas pediu que não deixasse marcas. A excitação dela foi ficando mais à mostra com isso, e quanto mais eu mordia, mais tinha vontade de mordiscar, e com certeza arrisquei alguns tapinhas em seu bumbum, e a cada um sofrido, um gritinho me xingando de safado era pronunciado o que me excitava mais também.

Como não deixava eu acariciar mais vezes o seu rabinho, comecei a mordiscar seu bumbum, ela soltava vários gritinhos, e ainda de bruços, agarrava-se ao colchão como que para segurar seu tesão, aumentava seus gritinhos e começou a empiná-lo flexionando suas pernas. Quando estava bem empinada, dei lambidas em sua bucetinha úmida, estava uma delícia, e ela não parava de gemer até que em dado momento, colocou a mão direita entre as pernas e começou a massagear sua buceta por pouco tempo até uivar baixinho… seu corpo caiu sobre o colchão, e virou-se de frente para mim perguntando se eu queria matá-la, e eu gargalhei muito. Me disse que há muito tempo estava querendo um gozo como aquele, diferente, com a boca ao invés de um pau, que era a única maneira que seu marido fazia, e eu respondi que era algo normal pra mim, um bom sexo oral para apimentar o momento.

Pediu que eu deitasse de costas, e se esticando até o criado mudo lateral a cama, pegou uma camisinha, abriu a embalagem, e começou a colocar no meu pau com leves mordiscadas até chegar próximo do final dela. Gulosa, nem pediu para colocar meu pau dentro dela, sentou rápido sobre ele me oferecendo seus seios e iniciou um vai-e-vem frenético, como se o mundo fosse acabar. Tive que conter sua fúria após alguns minutos para não gozar rápido demais, avisando pra ela diminuir o rítmo e ela disse que queria ver minha porra para ter certeza de que ela estava agradando, e fiz ela lembrar de que não curto gozos rápidos, me sinto melhor fazendo a mulher gozar mais vezes e depois sim, jorrar meu leite na primeira vez pelo menos. Ela aceitou com uma carinha de tristeza, mas não teve muito tempo de achar ruim porque comecei a chamá-la de putinha e dar tapinhas em seu bumbum para que voltasse no clima, e ela acatou tudo direitinho. Depois de alguns minutos, me perguntou porque eu a chamava de putinha, que se sentia mal assim, e eu disse que era apenas uma questão de tesão, porque nós dois éramos dois putos, fazendo arte fora de casa, e me disse que se fosse assim, iria pensar em aceitar – depois de tanto tempo sendo chamada assim, resolveu fazer gracinha como se não aceitasse, e percebi seu joguinho. Voltei a chamá-la de putinha com mordidinhas nas orelhas e nuca, e voltou a se comportar como tal.

Pedi para pegá-la de quatro, e ficou assim por pouco tempo, preferindo jogar sua cabeça e peito no colchão deixando sua bunda toda empinada para levar estocadas que foram bem assimiladas por mim. Enquanto fodia sua bucetinha, passei a observar bem seu cuzinho bem lisinho, e a desejá-lo também, entre um tapinha e outro, e ela se contorcia e gemia bastante. Depois de alguns minutos, pedi para que ela pegasse meu celular na cabeceira da cama, e pegou sem perguntar nada, somente ao me entregar, e respondi que queria tirar uma foto de seu bumbum empinadinho e questionei se poderia, e respondendo que sim, apenas de modo que não aparecesse seu rosto, concordei de imediato, e tirei duas, com meu pau penetrando sua bucetinha, e outra de nós dois contra o espelho de parede. Só não ficou melhor porque ficava distante e ela não queria as lâmpadas acessas no quarto por ter vergonha das estrias que possuía. Sem problemas, aos poucos isso muda, tenho certeza.

Passamos 3 horas deliciosas fodendo em várias posições, até que seu telefone tocou e me disse que seu filho estava precisando da presença dela por lá. Resolvemos nos levantar, tomar banho e voltar para nossas casas. Foi sem dúvidas, uma maravilhosa tarde. Será que teremos mais?

Deixe um comentário